Um dos Is. de que penso que desejo. Um é I. F. o outro é I. B.
O sujeito I. B. eu tive um ensaio pandêmico, né? Tivemos uma relação afetiva com episódios de sexo e café expresso. Sexo e chocolatto. Sexo e carona. Sexo e hum... deu saudade de namorar nos 18º C do inverno conquistense, não com ele, com a ideia que construí entre abril a junho.
O I. F. é uma criação da minha cabeça. Pisciano, errante, sonso, deve ter medo de brochar quando se aproxima de uma mulher. Muito eu, sensível, só que com pênis. Um estímulo de um possível antigo amor que logo após eu interpretaria mal... de amar como uma criança. Muito estranho isso. Sim. Isso diminui a minha paixão.
Sonho que recebo mensagem de I.F. Vou até deixar o registro: mensagem de WhatsApp, para que um dia ache tão estranho esse espaço digital quanto um dia foi receber "testimonial" em Orkut. Outro dia li um diário de 2009. (risos). Conversas de messenger, conversas de Orkut, SMS e ligações pela madrugada. Várias. Com J.P.
Vejo semelhanças entre o Eu solitária-sem-paixão e o Eu apaixonada-perdida: vejo nossa admirável capacidade de suportar a dor quando amamos, nossas naturezas manipuláveis. No fundo é apenas um desejo de realização. Nada mais.
Por que nunca me envolvi com homens bons? Eu sou um lixo?
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